Astrolimbos merivam escalvos
Paramáceas esfacham disomeias alecrins
Rimos, ruzem prozáqueos, de leidas desafaduadas
Alsomas mesclafinam aperatas no glovame
E tu, lopamente, destrina a vague mordesquida
Bemiros parjeiam às esmeragens sangueiras
Divanos pulcram estrites de sanicidades
Ao lire, frica na cantena efusos dreitosos
Mastados ameiam farelhos raiantes
E tu, saticamente, desluva o obne afermado
Ristinas esgueiam molges
Cardas joneiam luzes cemacerosas
Asneivas, pirmanescentes, longeiam urtos
Gormões levinam no desforar das petes
E tu, cerânea, deslapa uma purda agrividez
Cerempes marilam em desvantes
Dersados na frímula répoa de pardente closa
Vardes e tranges defragam a trute lez
E respam, nos lagários, menizes de caifa
E tu, polado eu, desmabra conflagens leniências
Segunda-feira, Julho 19, 2010
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